Wednesday, December 06, 2006

Site gratuito para o SAT -Mas serve para TOEFL!

Esta mensagem vai para ajudar meu sobrinho Guilherme e outras pessoas que queiram preparar-se para o TOEFL ou SAT.
O site http://www.number2.com/ oferece lições e acompanhamento (eletrônico) gratuito para candidatos ao exame SAT ("vestibular" dos americanos), mas alguns exercícios servem para preparar para o TOEFL: leitura, vocabulário e redação.
O aluno inscreve-se e pode até indicar o e-mail de um professor (ou da tia!) para que este acompanhe as tarefas que o aluno vai fazendo.
É meu site preferido para esse tipo de exame.
Eu me inscrevi como aluna e fiz toda a série de exercícios de vocabulário e sempre que demorava para voltar ao site recebia uma mensagem do tipo "Cara fulana, faz 10 dias que você não acessa..." Mesmo fazendo os exercícios só para conhecer, dava uma culpa... (rs,rs,rs). O site também mostra as estatísticas de erro e do tipo de erro feito.

Tuesday, December 05, 2006

TOEFL

O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) passou por muitas mudanças desde 1991, quando comecei a preparar alunos para o exame.
A última mudança, implantada no Brasil a partir de outubro de 2006, foi a que mais me agradou. Acho que o exame ficou mais difícil, porém mais adequado para avaliar as habilidades lingüísticas do aluno. Também acho que passou a exigir habilidades de raciocínio mais elevadas do que as necessárias anteriormente, quando a memória era a capacidade preponderante.
Hoje em dia, para estar bem preparado, o aluno precisa saber, além do inglês, como extrair e resumir conteúdo de textos escritos e orais. Isso requer o uso de funções cognitivas como levantamento de dados com precisão e exatidão, consideração de mais de duas fontes de informação e discriminação entre dados relevantes e irrelevantes, para citar apenas algumas. Tudo isso tem de ser ativado em pouco tempo. Assim, o aluno precisa desenvolver essas habilidades juntamente com seu conhecimento de língua inglesa, se quiser obter um bom resultado.
Pretendo postar mais dicas sobre o exame nas próximas semanas.
Para visitar o site (sítio, em português) oficial do exame, clique aqui.
Se quiser mais informações sobre como preparar-se, deixe uma mensagem aqui, ou mande-me um e-mail: ana.scatena@gmail.com

Sunday, December 03, 2006

Técnica de leitura para inglês da Fuvest 2007

Esta mensagem foi escrita para ajudar meu sobrinho Danilo e outros vestibulandos a entenderem os textos de inglês da Fuvest 2007.

Nem sempre o vocabulário desconhecido é o principal vilão da prova de inglês. Como nenhum texto escrito ou oral existe isolado do mundo, quando o vestibulando tem informação prévia sobre o assunto abordado, a falta de conhecimento vocabular pode causar dificuldades, mas que são superáveis com o uso de estratégias adequadas.
Todo texto precisa ser lido levando em consideração sua intertextualidade, ou seja, sua relação com outros textos existentes.
O primeiro texto da prova de inglês da Fuvest 2007 tratava de um fato ocorrido recentemente na América Latina e que recebeu intensa cobertura de TV e jornal. Para o vestibulando que acompanha os noticiários televisivos ou lê jornal diariamente (não vale ser só de vez em quando!), o tema do texto não foi novidade.
Para demonstrar como a intertextualidade funciona, proponho uma atividade.
Leiam este texto antes e depois o primeiro texto de inglês da Fuvest 2007.
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. (tempo para a leitura) :-)
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E aí, ficou mais fácil entender o texto em inglês? Quero ver seus comentários aqui, ok?
Se não ficou mais fácil, deixem uma mensagem para mim no Blog que eu ensino a próxima estratégia. Garanto que com alguns exercícios a compreensão vai aumentar (e sem usar o dicionário, hein!). Boa leitura!

Thursday, November 30, 2006

Prova da inglês da Fuvest 2007

A prova de inglês da Fuvest de 2007 contou com dois textos de publicações importantes em língua inglesa: um da revista britânica The Economist e outro do site do jornal The New York Times. Embora os textos não tenham sido simplificados para facilitar a compreensão, o candidato com boas estratégias de leitura poderia acertar todas as questões com tranqüilidade.
Sabendo ignorar as palavras deconhecidas e utilizar os cognatos presentes no texto, o aluno poderia responder as 4 questões sobre informações específicas, ou seja, aquelas iniciadas por "Accoding to the text...".
Já a questão sobre a idéia central ("In the text, the central idea is...") poderia ser respondida com uma leitura geral do texto e atenção para as palavras-chave gene, genetically, obesity, que se repetem e cuja compreensão é facilitada pelo fato de serem parecidas com palavras em português (palavras cognatas). Além disso, reconhecer o tópico frasal "But they learned that genes were important, too" no primeiro parágrafo garantiria a escolha da alternativa correta.

Friday, November 24, 2006

Palavras que me irritam_1


Governabilidade - Por que não dizer governo? Está em moda dizer que é preciso garantir a governabilidade do país.
Ora, até bem pouco tempo, essa palavra não constava do dicionário.
Governo vem de governar: exercer governo de; imperar em; dirigir; administrar, conforme nos informa o Aurélio. Portanto, por que não dizer "é preciso garantir o governo do país", ou seja, "garantir a administração, a direção, a condução do país"?
Senão, vejamos a seguinte situação:
Um carro trafega por uma estrada em dia de chuva e, ao passar em um buraco na pista, a barra de direção quebra-se. Pergunto: o veículo fica desgovernado ou desgovernabilizado?

Thursday, November 23, 2006

Dica de livro sobre tradução


Ganhei este livro do meu amigo Leo e estou gostando muito.
A autora analisa a legendagem cinematográfica a partir de uma discussão sobre o que é a linguagem do cinema, sobre o papel do cinema como representação do homem e sobre a tradução à luz da teoria sociolingüística.
A discussão da teoria sobre a linguagem visual do cinema pode servir para compreendermos outras formas de texto também.
Quando terminar de ler conto mais!

Monday, November 20, 2006

My bad!


Um leitor ou leitora atento(a) deste Blog chamou minha atenção para o fato de eu ter escrito mal em lugar de mau numa parte da mensagem Dormi mal. Primeiro, gostaria de explicar que fui vítima da DST! De manhã, quando escrevi a mensagem, estava sob o efeito dessa maldição que se abate sobre mim durante certos meses do ano (rs,rs)! Mesmo relendo a mensagem antes de postar, deixei passar esse furo!
Achei a oportunidade boa para escrever sobre a diferença entre mau (bad) e mal (badly).
Quando falamos essas palavras, na maioria dos estados brasileiros, não fazemos distinção entre a pronúncia do -l e do -u finais; pronunciamos mal /máu/como mau /máu/. Creio que no sul do Brasil a pronúncia seja diferente, com o -l sendo pronunciado como /l/ e não como /u/. Algum leitor do sul do país pode me dizer se é isso mesmo?
Por conta de o som ser o mesmo e os significados serem muito próximos é que precisamos prestar atenção à função da palavra na frase para escolhermos entre as grafias mal e mau, pois só na forma escrita é que se marca a diferença. Para escolher entre o bem e o mal, o bom e o ruim, não há o que pensar! Tem de escolher o bem e o bom sempre, certo? O que é bem diferente do que fazem os governantes brasileiros, que sempre escolhem o bem-bom! Mas isso é problema de padrão ético.
Se quisermos obedecer aos padrões gramaticais, escreveremos:
"Dormi mal (advérbio), pois dormi num mau (adjetivo) colchão." (" I slept badly because I slept on a bad mattress.")
Um teste para verificar se escolhemos a forma adequada é pensar nos opostos:
Dormi bem (x mal), pois dormi num bom (x mau) colchão.

Como vêem, desobedeci à regra sem querer, por estar sofrendo de DST. Dessa forma, sugiro que, ao anunciar o DST daqui por diante, o governo também divulgue o seguinte alerta:

"O Ministério da Educação adverte: DST pode causar danos à gramática." :-)
Beijos! Durmam bem hoje, num bom colchão. (Sleep well tonight, on a good mattress.)

PS.: Alguém percebeu a brincadeira com o título (My bad!) e a figura que ilustra esta mensagem? Vamos ver quem é (a)o primeiro(a) a responder aqui?

Thursday, November 16, 2006

Match book

Estou sempre aproveitando oportunidades para aumentar meu vocabulário. Adquiri o hábito de tentar memorizar palavras e expressões que normalmente não achamos em dicionários desde que comecei a dar aulas e a fazer traduções. Hoje em dia é tudo mais fácil com a Internet. Uma busca rápida em fontes confiáveis normalmente resolve a dúvida.
Antigamente, sem Internet e sem produtos importados - que ficaram proibidos no Brasil durante muitos anos - às vezes era muito difícil achar a tradução adequada para as palavras e expressões mais corriqueiras.
Uma vez um aluno me perguntou como se dizia em inglês, "Volte sempre!", frase que a maioria dos comerciantes escrevia em seus estabelecimentos. Depois de muito perguntar a outros colegas professores acabei descobrindo.
Hoje, vendo essa cartela de fósforos (match book) tão bonitinha, deparei com a frase e me lembrei das dificuldades do período pré-Internet, pré-importações e pré-liberdade de imprensa (opa!).
O antigo hábito ficou: sempre que pego qualquer embalagem escrita em inglês fico vendo as expressões do tipo prazo de validade e outras que não se encontra normalmente em dicionários. Depois, tento memorizar, repetindo a expressão várias vezes e anotando em um caderno onde guardo, em ordem alfabética, as palavras que aprendo. Clique na foto e veja que palavras/expressões vocês conseguem aprender ou relembrar.
Ah, sim, se quiserem saber como dizer prazo de validade em inglês, deixem um recadinho aqui. Se souberem como é, pois já olharam lá na sua despensa, na lata de caviar Beluga (rs,rs,rs) contem para nós.



Dormi mal (I didn't sleep well)

Como vocês podem ver, sono é um tema recorrente neste Blog. Se você já me lê há algum tempo, sabe que dormir é um dos meus esportes favoritos.
Como a noite passada dormi muito mal- ainda um reflexo do meu problema com DST (vocês sabem que estou falando da sigla em inglês, certo?)– resolvi escrever sobre isso.
Vamos lá, então:

Uma das maneiras de dizer em inglês, “Dormi mal e acordei de mau humor”, é
“I didn’t sleep well and woke up on the wrong side of the bed.” (Tradução literal: Não dormi bem e acordei do lado errado da cama.) Para ler uma explicação mais detalhada sobre essa e outras expressões com wrong side (lado errado), clique aqui. Em português dizemos que levantamos com o pé esquerdo: "Nossa, que mau humor! Levantou com o pé esquerdo, foi?"

Uma noite mal dormida nem sempre é causada por DST. Pode ser conseqüência de deitarmos de mau jeito e, com isso, machucarmos algum músculo nas costas.

Para resolver o problema das costas, só mudando de colchão. Para resolver o problema da língua, ou seja, descobrir como dizer isso em inglês, o investimento é mais baixo. Basta continuar lendo…aí embaixo!

“Dormi de mau jeito e distendi as costas.” (I slept wrong and pulled/threw my back out.)

Noite ruim, DST, lado errado da cama... O resultado só pode ser um BHD!

BHD = bad hair day (dia de cabelo ruim, na tradução literal); metaforicamente, a expressão significa ter um dia difícil, estar de mau humor: I’m having a bad hair day.

Tuesday, November 14, 2006

Idéia de atividade para ensinar sobre o Thanksgiving


Hoje fiz uma atividade sobre Thanksgiving que foi bem legal. Foi numa aula particular (one-to-one) para um adolescente. Recortei várias figuras relativas ao Dia de Ação de Graças e fui contando a história, desde a ida dos primeiros colonizadores (pilgrims = peregrinos, viajantes) no Mayflower para a Nova Inglaterra até os costumes nos dias de hoje.
À medida que contava a história, ia ilustrando com as figuras, colocando-as sobre a mesa: "The pilgrims (mostrava a figura) went to the new land on a ship called Mayflower (mostrava a figura)."
Isso prendeu a atenção do aluno, que foi fazendo várias perguntas sobre o feriado, os hábitos e a história da colonização norte-americana.
Em seguida, dei um texto sobre o tema para que o aluno lesse e resumisse. Ao final da atividade ele havia aprendido sobre o feriado e memorizado palavras novas como pilgrim e harvest (colheita).
Algumas figuras como as que usei e apresento nesta mensagem podem ser encontradas aqui. É clipart gratuito.
Professores, se quiserem reproduzir a idéia com seus alunos, depois me contem como foi, hein? :-)

Monday, November 13, 2006

Thanksgiving

Que tal usar cliparts gratuitos e divertidos para comemorar o Thanksgiving?

Gostei desse peru estressado com o feriado, coitado. Melhor avisá-lo que só comeremos tofurkey (tofu em formato de peru = turkey) :-)

O site do peru engraçado era aqui, quando escrevi esta mensagem. Mas agora não existe mais! Que pena...

Friday, November 10, 2006

Ajudei alguém com DST!

Fiquei sabendo que uma pessoa com problema de DST (Não, nada de doença sexualmente transmissível; o DST do bem, mas nem tanto: Daylight saving time) procurava pela expressão horário de verão em inglês no Google e acabou achando aqui no meu blog. Essa pessoa tem um blog também e colocou um comentário bem legal lá. Obrigada, Rapha.

Monday, November 06, 2006

Aulas via Skype tornam-se mais comuns

O Estadão de 6.11.06 publicou matéria sobre aulas de inglês via Skype e MSN. Não concordo com todos os depoimentos apresentados ali, mas vale a pena ler para ter uma idéia de como essa prática pedagógica tem se difundido.

Vejo muito mais vantagens nessa forma de interação do que aquelas apresentadas na matéria e acho que os riscos são os mesmos de qualquer outra forma de aprendizagem. O principal é encontrar um professor com bom conhecimento do idioma e de pedagogia principalmente, que encare o ensino com responsabilidade. Ensinar é uma ciência, que requer anos de estudo e preparo. Não basta saber o idioma para conseguir ensinar uma língua. É preciso saber muito sobre como o cérebro aprende e como lidar com o ser humano aprendente.

Para ler a matéria, clique aqui.

Thursday, November 02, 2006

Informações sobre aulas via Skype ou MSN

Recebi uma mensagem pendindo mais informações sobre as aulas a distância, via Skype ou MSN. Caso deseje receber informações detalhadas ou tirar dúvidas, envie uma mensagem para:
ana.scatena@gmail.com. No campo subject, escreva: e-class info.
Obrigada!

Tuesday, October 31, 2006

Como se diz chulé em inglês/

Atendendo a pedidos da Alê, cujo amigo queria saber como dizer chulé em inglês, vou contar algumas coisas sobre isso. Claro que não darei conselhos sobre o tratamento desse desagradável problema; falarei desse mal que acomete os pés, mas do ponto de vista da língua. Aprendi no dicionário Aurélio que chulé vem do cigano (a palavra vem do cigano, não o odor!): chul(l)i ou chu(l)ló

Em inglês não se diz, por exemplo, “Ele tem chulé.” Diz-se: "He has smelly feet". (Ele tem pés mal-cheirosos/fedidos.) ou então: "He has cheesy feet", que quer dizer a mesma coisa. A palavra cheesy é derivada de cheese (queijo) pela semelhança que o odor de alguns queijos tem com o odor de alguns pés!

A propósito, parece que o cérebro humano pode ser enganado em relação ao cheiro. Se colocarmos diante de uma pessoa um pedaço de queijo, sem que ela veja, e informarmos que é um par de meias, ela sentirá cheiro de chulé; por outro lado, se colocarmos diante dela um par de meias usadas por um jogador de futebol depois de um jogo com prorrogação num dia de verão no Rio e dissermos que se trata de um queijo finíssimo, ela sentirá um cheiro mais agradável, de queijo. Ou seja, o cérebro sente cheiros a partir de pré-conceitos sobre o que irá cheirar!

Mas, voltando ao chulé em inglês... Não, melhor é afastar-se do chulé, não importa em qual língua seja. Portanto, caso você precise dizer a uma pessoa informalmente, em inglês, para que ela afaste o chulé de você, diga assim: “Take your cheese away from me!” (Tira esse chulé daqui!). Normalmente podemos falar assim com pessoas que conhecemos bem e com quem convivemos. Com pessoas estranhas, melhor sair de perto ou tapar o nariz.

Bom, espero ter resolvido esse problema de língua, não de pés!

Blog e podcast da Alê

Vale a pena visitar o blog da Alê: http://www.justale.blogger.com.br/.

É visualmente lindo e ela escreve muito bem, aventurando-se a compor poemas em outros idiomas, como o turco! A Alê tem até um livro publicado. Veja o link no blog.

Se quiser saber onde aprender muitos idiomas diferentes gratuitamente pela Internet, pegue as dicas no podcast da Alê.

Monday, October 30, 2006

Edição de texto para business writing

Algumas aulas que dou a distância são para executivos que precisam aprimorar a redação de textos de negócios, como apresentações, e-mails e relatórios.
A estratégia que normalmente uso é planejar o texto com o aluno, ensinando-o a organizar o raciocínio e a colocar as idéias no papel antes de escrever o texto final. Em seguida, o aluno escreve o texto e o editamos juntos.
Tenho usado um handout muito bom da Purdue University sobre revisão de business writing para discutir com o aluno a importância da edição do texto e os passos para fazê-la.
Se quiser conhecer esse material, clique aqui. O site possui uma versão simplificada para impressão. Costumo trabalhar com o texto na tela do computador mesmo, já que o uso nas minhas aulas por MSN ou telefone. Isso evita a impressão de cópias, o que é muito bom para o bolso e para o planeta!

Wednesday, October 25, 2006

Clipart de frutas e verduras

Encontrei uma página sobre alimentação saudável com clipart gratuito de frutas e verduras. Os desenhos são bem bonitos e coloridos. Até aí, nada muito diferente do que encontramos no clipart do Word. Nessa página porém, a boa surpresa é que, ao clicar no nome do alimento, abre-se uma outra janela com os componentes nutricionais da fruta ou da verdura. Muito bom para tradutores, professores e alunos que desejem ou precisem de informações específicas sobre esse vocabulário técnico em inglês. Também serve para melhorar nossos hábitos alimentares, claro!

Além disso, o clipart pode ser usado para outras atividades: o professor pode entregar aos alunos a lista de componentes com os valores para serem preenchidos e assim, praticar números, por exemplo, numa tarefa de information gap. Alguém tem mais alguma outra idéia?
Para ir para a página do clipart, clique aqui, mas volte ao Blog e comente se gostou ou dê uma outra idéia para usar o material! Divirta-se!

Texto simples e atividades sobre Halloween

Professores e alunos,

Encontrei um texto curto, com linguagem simples, que fala sobre a comemoração do Halloween nos Estados Unidos.

Ao clicar aqui, você irá para a página do texto. Sugiro criar perguntas para serem lidas antes, a fim de prever o conteúdo e a organização do texto antes de lê-lo. Isso irá ativar o conhecimento prévio sobre o assunto e facilitar a compreensão. 

aqui, há várias atividades sobre o Halloween para diversos níveis, como quizzes, listas de palavras e exercícios de listening.


Saturday, October 21, 2006

Quer receber um aviso sobre atualizações no Blog?

Caros leitores,
Se desejarem receber um aviso sempre que eu colocar novas postagens no blog, enviem um e-mail para ana.scatena@gmail.com , escrevendo, na linha do subject, atualize-me.
Um grande abraço!